Documento/Processo, [192?] – [192?]
O Convento de Santa Clara da cidade de Vila do Conde, em Portugal, foi um convento feminino instituído em 1318 e extinto no século XIX. Da antiga instituição religiosa restam a magnífica igreja em estilo gótico e parte do edifício conventual, reedificada parcialmente no século XVIII. Do património edificado ao longo dos séculos, restam a bela igreja gótica, a imponente área residencial (noutros tempos chamada «dormitórios novos»), que é setecentista, os arcos do antigo claustro com o seu chafariz e o extenso aqueduto, em parte destruído. Após o decreto liberal de extinção das ordens religiosas, a vida no convento foi-se apagando lentamente, até chegar ao seu termo, em 1892, com a morte da última freira. Em 1902 o antigo convento recebeu a Casa de Detenção e Correcção do Porto, depois Reformatório de Vila do Conde e Escola Profissional de Santa Clara, sendo hoje conhecido como Centro Educativo de Santa Clara, estabelecimento de tutela de menores que funcionou até 2007.
Documento/Processo, [192?] – [192?]
O Convento de Santa Clara da cidade de Vila do Conde, em Portugal, foi um convento feminino instituído em 1318 e extinto no século XIX. Da antiga instituição religiosa restam a magnífica igreja em estilo gótico e parte do edifício conventual, reedificada parcialmente no século XVIII. Do património edificado ao longo dos séculos, restam a bela igreja gótica, a imponente área residencial (noutros tempos chamada «dormitórios novos»), que é setecentista, os arcos do antigo claustro com o seu chafariz e o extenso aqueduto, em parte destruído. Após o decreto liberal de extinção das ordens religiosas, a vida no convento foi-se apagando lentamente, até chegar ao seu termo, em 1892, com a morte da última freira. Em 1902 o antigo convento recebeu a Casa de Detenção e Correcção do Porto, depois Reformatório de Vila do Conde e Escola Profissional de Santa Clara, sendo hoje conhecido como Centro Educativo de Santa Clara, estabelecimento de tutela de menores que funcionou até 2007.
Documento/Processo, [192?] – [192?]
Retrato de uma senhora idosa junto ao chafariz, com vista para fachada em restauro do Mosteiro de São Simão da Junqueira. Séc. 11 - Fundação do Mosteiro de S. Simão e S. Judas Tadeu da Junqueira, por D. Areas, Arcediago da Sé de Braga; 1084 - Data do documento que contém a referência autêntica mais antiga do Mosteiro de S. Simão da Junqueira; O documento, uma doação feita por Sugerio Rauco aos seus dois filhos, Mendo Soares e Aldora Soares da Vila Gacim (S.Martinho do Outeiro), com a cláusula de a não poderem alienar se não em favor do dito Mosteiro; foram testemunhas desta doação o Arcediago Areas com os seus clérigos, Paio Dias, cónego, Paio Groso e D. Fafia Guterres; 1136 - a doação que D. Afonso Henriques fez a D. Paio Guterres em 25 de Março, já menciona o Mosteiro de S. Simão; 1181 - D. Afonso Henriques conferiu a Carta de Couto ao Mosteiro da Junqueira; séc. 12 - já existia a paroquia da Junqueira, servindo a Igreja conventual simultaneamente de Igreja paroquial; 1516 - Morte do prior D. João Gonçalves, tendo entrado S. Simão da Junqueira na posse de comendatários, que eram vitalícios e não só clérigos seculares mas até fidalgos leigos, donde resultou, por um lado a ruína do património do Convento, por outro, o relaxamento da observância regular do espírito monástico; 1589 - Provisão enviada ao Arcediago da Sé do Porto, ordenando que em S. Simão da Junqueira houvesse apenas dois religiosos, que deviam sustentar-se à custa da mesa prioral; 1595 - união e incorporação do Mosteiro de S. Simão da Junqueira na Congregação de Santa Cruz de Coimbra; 1687 - edificação da Igreja dedicada a S. Simão e S. Judas Tadeu; 1770 - extinção do convento por Breve de Clemente XIV; séc. 18 - com a partida dos monges o edifício passou a propriedade particular, sendo usada como casa solarenga; 1758, 23 Maio - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco João Antunes de Araújo, é referido que a Igreja dedicadas aos Santos Apóstolos Simão e Judas é de feitura recente e uma das melhores da região; tem oito altares, o mor com os padroeiros, o de Nossa Senhora da Encarnação, o de São Teotónio, do Santíssimo Sacramento, de Nossa Senhora do Rosário, de São José, de Santo Cristo e de Santo António; o pároco é vigário e cónego regular do Mosteiro, apresentado pelo Prior, que também apresenta um cura que administra os sacramentos; o vigário tem 30$000 de côngrua e o cura 50$000; a Igreja tem 20 cónegos com cinco mil cruzados de renda, para a qual contribuem as igrejas anexas de São Cristóvão de Rio Mau, São Martinho e Parada; é mosteiro real e teve, no passado, hospital; à igreja concorre muita gente na Quaresma e no dia de Nossa Senhora da Graça, a 2 de Julho; 1975, 31 janeiro - Despacho do Secretário de Estado da Cultura e Educação Permanente de Homologação do convento como Imóvel de Interesse Público, incluindo então o Mosteiro, jardins, fontes, claustro e fonte.In: http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5388
Documento/Processo, [192?] – [192?]
Grupo de uma senhoras junto ao chafariz, com vista para fachada e claustro, em restauro do Mosteiro de São Simão da Junqueira. Séc. 11 - Fundação do Mosteiro de S. Simão e S. Judas Tadeu da Junqueira, por D. Areas, Arcediago da Sé de Braga; 1084 - Data do documento que contém a referência autêntica mais antiga do Mosteiro de S. Simão da Junqueira; O documento, uma doação feita por Sugerio Rauco aos seus dois filhos, Mendo Soares e Aldora Soares da Vila Gacim (S.Martinho do Outeiro), com a cláusula de a não poderem alienar se não em favor do dito Mosteiro; foram testemunhas desta doação o Arcediago Areas com os seus clérigos, Paio Dias, cónego, Paio Groso e D. Fafia Guterres; 1136 - a doação que D. Afonso Henriques fez a D. Paio Guterres em 25 de Março, já menciona o Mosteiro de S. Simão; 1181 - D. Afonso Henriques conferiu a Carta de Couto ao Mosteiro da Junqueira; séc. 12 - já existia a paroquia da Junqueira, servindo a Igreja conventual simultaneamente de Igreja paroquial; 1516 - Morte do prior D. João Gonçalves, tendo entrado S. Simão da Junqueira na posse de comendatários, que eram vitalícios e não só clérigos seculares mas até fidalgos leigos, donde resultou, por um lado a ruína do património do Convento, por outro, o relaxamento da observância regular do espírito monástico; 1589 - Provisão enviada ao Arcediago da Sé do Porto, ordenando que em S. Simão da Junqueira houvesse apenas dois religiosos, que deviam sustentar-se à custa da mesa prioral; 1595 - união e incorporação do Mosteiro de S. Simão da Junqueira na Congregação de Santa Cruz de Coimbra; 1687 - edificação da Igreja dedicada a S. Simão e S. Judas Tadeu; 1770 - extinção do convento por Breve de Clemente XIV; séc. 18 - com a partida dos monges o edifício passou a propriedade particular, sendo usada como casa solarenga; 1758, 23 Maio - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco João Antunes de Araújo, é referido que a Igreja dedicadas aos Santos Apóstolos Simão e Judas é de feitura recente e uma das melhores da região; tem oito altares, o mor com os padroeiros, o de Nossa Senhora da Encarnação, o de São Teotónio, do Santíssimo Sacramento, de Nossa Senhora do Rosário, de São José, de Santo Cristo e de Santo António; o pároco é vigário e cónego regular do Mosteiro, apresentado pelo Prior, que também apresenta um cura que administra os sacramentos; o vigário tem 30$000 de côngrua e o cura 50$000; a Igreja tem 20 cónegos com cinco mil cruzados de renda, para a qual contribuem as igrejas anexas de São Cristóvão de Rio Mau, São Martinho e Parada; é mosteiro real e teve, no passado, hospital; à igreja concorre muita gente na Quaresma e no dia de Nossa Senhora da Graça, a 2 de Julho; 1975, 31 janeiro - Despacho do Secretário de Estado da Cultura e Educação Permanente de Homologação do convento como Imóvel de Interesse Público, incluindo então o Mosteiro, jardins, fontes, claustro e fonte.In: http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=5388
Documento/Processo, [192?] – [192?]
Retrato de uma senhora idosa junto a um cruzeiro.
Documento/Processo, [192?] – [192?]
Documento/Processo, [190?] – [190?]
Fachada principal do antigo Hospital da Misericórdia, atual Universidade Lusíada.
Documento/Processo, [190?] – [190?]
Pormenor da anta ou dolmen de Rio Torto, freguezia de Vila Nova de Tazem, no concelho de Gouveia. Composta de câmara sepulcral de planta poligonal, com cerca de três metros e meio de diâmetro, formada por sete esteios inclinados para o interior, com o respetivo corredor (curto) de acesso, a anta (erguida no cimo de uma pequena elevação) ainda mantém a laje de cobertura - ou "chapéu", não se detetando, contudo, vestígios da mamoa - ou tumulus - que cobriria originalmente todo o monumento.
Documento/Processo, [193?] – [194?]
Reprodução fotográfica de publiciadade aos biscoitos champanhe da marca Villares.
Documento/Processo, [190?] – [190?]
Grupo de mulheres, homens e rapazes a vindimar.
Documento/Processo, [190?] – [190?]
Vindimadores na apanha da uva. Lugar não identificado.
Documento/Processo, [190?] – [190?]
Aspecto de um barco rabelo nas margens do rio Douro.
Documento/Processo, [190?] – [190?]
Aspecto de um barco rabelo com pipas de vinho a navegar no rio Douro.
Documento/Processo, [190?] – [190?]
Aspecto de um embarque de vinho do porto, no Douro.
Documento/Processo
Folheto publicitário ao vinho do porto Adriano.
Documento/Processo, 1904 – 1904
Reprodução fotográfica de um cartaz fazendo publicidade à marca de vinhos Couto & Pimenta. Desenho por P. Costa
Documento/Processo
Reprodução de uma página de um livro referente aos dados biográficos de Roberto Augusto Pinto de Magalhães, 3.º Visconde da Ribeira D'Alijó
Documento/Processo, 1908 – 1908
D. Manuel II desfilando por uma rua do Porto, durante a sua visita ao norte do país.
Documento/Processo, [1908] – [1908]
Grupo de pessoas esperando em frente a um edifício com a bandeira da Associação Comercial do Porto, com as bandeiras do Reino de Portugal e da República Federal do Brasil.
Documento/Processo, 190? – 190?
Reprodução de uma gravura da cidade do Porto, vendo-se a zona da Ribeira, o Morro da Sé e os Guindais. Destacando-se o Paço Episcopal, o Recolhimento do Ferro e a Igreja de Santo Ildefonso.